“Eu te peço um segundo pra gente.”

Escrevas. (via readmitir)

“Mas quando você vem eu fico melhor.”

Banda do Mar (via trechos-sonoros)

“Eu vivo de saudades suas.
Provavelmente, vou acabar morrendo assim.”

Carolline Libório.  (via arte-poetica)

“Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionante. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa.”

Caio Fernando Abreu sobre Clarice Lispector.    (via cortejos)

“Eu vivo de saudades suas.
Provavelmente, vou acabar morrendo assim.”

Carolline Libório.  (via arte-poetica)

“Quero sexo na escada e alguns hematomas e depois descanso numa cama nossa e pura. Quero foto brega na sala, com duas crianças enfeitando nossa moldura. Quero o sobrenome dele, o suor dele, a alma dele, o dinheiro dele (brincadeira…). Que ele me ame como a minha mãe, que seja mais forte que o meu pai, que seja a família que escolhi pra sempre. Quero que ele passe a mão na minha cabeça quando eu for sincera em minhas desculpas e que ele me ignore quando eu tentar enrolá-lo em minhas maldades. Quero que ele me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguém, que invente novas posições, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjôos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina.”

Tati Bernardi. (via arte-poetica)

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